Uma reflexão sobre o terminal de cargas do Aeroporto de Salvador e a Covid-19

Uma reflexão sobre o terminal de cargas do Aeroporto de Salvador e a Covid-19

Voos cancelados, saguão vazio. Muito se ouve sobre o impacto do Coronavírus na aviação comercial em todo o mundo. Mas você já parou para pensar na importância do transporte aéreo de cargas em tempos de crises como esta provocada pela Covid-19? Nos bastidores dos aeroportos de todo o país, circulam fardos e fardos de produtos diversos. É a materialização da economia nacional, percorrendo ponta a ponta do Globo.


Setores como as indústrias farmacêutica e alimentícia não podem parar. Na contramão de outros segmentos impactados, precisam intensificar sua logística em momentos como esse. Garantir o recebimento e distribuição de medicamentos, equipamentos médicos, suprimentos e diversos tipos de materiais é uma questão que envolve – direta ou indiretamente – a preservação de vidas humanas. É nesse contexto que o Terminal de Cargas (TECA) do Aeroporto de Salvador tem sido um parceiro fundamental na batalha contra o Coronavírus.


Todos os dias, o terminal libera mercadorias para empresas do Polo Petroquímico de Camaçari, além de outras do segmento de energia eólica, farmacêutica e equipamentos hospitalares, especialmente em Salvador e Região Metropolitana. Por estas pistas, chegam ainda cargas que abastecem empresas do setor de informática e tecnologia instaladas na região do Polo de Informática em Ilhéus.


E este é um movimento de entrada, mas também de saída. Para fazer a economia do estado girar, saem do terminal toneladas de cargas diversas que servirão para abastecer o mercado interno e externo. De frutas a maquinários, o funcionamento do terminal responde pela preservação de uma cadeia produtiva equilibrada na Bahia, mesmo em tempos adversos. Somente no ano passado, 3.743 toneladas de produtos importados, o equivalente a mais de R$ 1 bilhão, passaram pelo Terminal Internacional de Cargas do Salvador Bahia Airport. Além disso, foram exportadas 6.652 toneladas de frutas para a Europa.


Os desafios são grandes, bem como as cargas transportadas. Mas o Salvador Bahia Airport conta com uma equipe diligente e apta a cumprir as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a profilaxia da Covid-19 durante o manuseio destes insumos. Para além de todas as medidas sanitárias adotadas nos terminais e espaços comuns do aeroporto, a concessionária vem adotando protocolos de higiene além dos recomendados pelos órgãos competentes.


A sua saúde e o bem de todos é a nossa prioridade. Assim como nós temos feito, precisamos que você também faça a sua parte: siga as orientações de higiene, respeite o isolamento social e em breve todos sairemos dessa juntos.


Sobre o Salvador Bahia Airport


Localizado em Salvador, capital baiana e primeira capital brasileira, o Salvador Bahia Airport faz parte da rede VINCI Airports desde 2 de janeiro de 2018 através de um Contrato de Concessão com duração de 30 anos. Na lista dos dez aeroportos mais movimentados do País, ele conecta o estado da Bahia a 34 destinos, sendo 25 domésticos e 9 internacionais.


Desde o início da Concessão, o aeroporto tem incorporado padrões globais de operação, buscando entregar mais eficiência, segurança e uma melhor experiência de viagem para os seus passageiros. Grandes investimentos em um programa de modernização e ampliação levaram à extensão de 22.000 m² de área construída, ao acréscimo de seis novas pontes de embarque, à abertura de mais uma pista para aviação comercial e à instalação de um sistema de detecção e combate a incêndio. Além disso, o aeroporto se comprometeu a apoiar o desenvolvimento econômico do estado através do desenvolvimento de tráfego e iniciativas de estímulo ao turismo.


Reconhecido como um aeroporto verde pelo Conselho Internacional de Aeroportos, o Salvador Bahia Airport se destaca por suas conquistas no campo da sustentabilidade entre as quais zero descarte de efluentes, adoção de medidas visando eficiência energética, e a implementação de um programa efetivo de reciclagem. As iniciativas estão alinhadas com o compromisso da VINCI Airports em reduzir sua pegada de carbono. O Aeroporto também procura valorizar e promover as especificidades culturais e sociais da Bahia, um de seus grandes ativos.


Sobre a VINCI Airports


A VINCI Airports, como a maior operadora privada de aeroportos no mundo, administra o desenvolvimento e operação de 45 aeroportos localizados no Brasil, Camboja, Chile, Costa Rica, República Dominicana, França, Japão, Portugal, Sérvia Suécia, Reino Unido e Estados Unidos. Atendida por mais de 250 linhas aéreas, a rede VINCI Airports transportou mais de 255 milhões de passageiros em 2019.


Por meio de sua expertise como um integrador abrangente, a VINCI Airports desenvolve, financia, constrói e opera aeroportos, aproveitando sua capacidade de investimento e know-how para otimizar a gestão e o desempenho dos aeroportos e fazer ampliações e outras melhorias. Em 2019, sua receita anual para atividades geridas foi de 4,9 bilhões de euros e de 2,6 bilhões de euros para receita consolidada. Mais informações estão disponíveis em www.vinci-airports.com ou www.salvador-airport.com.br.